e novamente encontro-me aqui, posto-me a sua frente. Encaro seus olhos e imploro em súplicas silenciosas para ler a minha mente. Você não o faz, como sempre. E quando não só falo, imponho e quase berro, que sem você não seria a mesma coisa, tu ris da minha ingenuidade e põe-se a dançar. Uma dança sem par, sem lógica. Mostrando claramente que eu não caibo nessa sua dança, que é uma dança para uma pessoa só e que sem mim tudo flui mais fácil. digo-te, que tua dança não faz sentido quando dançada sozinha. mas tu me ignoras, como sempre...
0 cuspidinhas:
Postar um comentário